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Bahia: 2 espaços culturais recebem exposição de Máscaras

 Bahia: 2 espaços culturais recebem exposição das tradicionais Máscaras de Saubara


Imagem> Bahia: 2 espaços culturais recebem exposição de Máscaras

A exposição “Máscaras de Papietagem” reunirá peças produzidas por cinco artistas e mestres fazedores de máscaras de Saubara: Mauro Passos Chagas, Fabrício Mesquita Alves, Marcos Barbosa dos Santos, Jonas Vieira e Eduardo Xavier (In memoriam). Produzidas manualmente, as máscaras são feitas de barro, papelão e goma de farinha de mandioca, além claro das tintas e adereços. Subversiva que é desde o seu surgimento, a tradição apregoa que “quanto mais feia, mais bela é a máscara”.

Além de valorizar e preservar uma tradição de mais de 150 anos, a exposição também representa uma resistência frente ao uso das máscaras de borrachas produzidas pela indústria. “Sem sombras de dúvidas essa é uma das maiores expressões da herança africana em nosso território, por isso temos a missão de preservar frente à imersão das máscaras de borrachas que as novas gerações vêm usando no lugar das tradicionais”, destacou o professor e pesquisador Agenor Santana. Para ele, é preciso que as novas gerações tenham uma educação patrimonial, para compreenderem que essas manifestações são patrimônios imateriais de grande valor histórico, artístico e cultural.

Herança africana – Historiadores e pesquisadores possuem algumas versões sobre a origem da tradição das máscaras de papelão na região de Saubara. Uma delas é que um senhor de engenho, em 1850, resolveu dar uma festa no povoado e, para conseguir participar da celebração, um escravo se disfarçou, circulou entre os convidados e depois fugiu.

Outra versão fala também sobre o Batuque de Negro, celebração feita por escravos, com a permissão dos senhores de engenhos, na qual também eram usados adereços. Além disso, diversas sociedades africanas usavam máscaras, dando a elas diferentes significados, seja ritualístico, religioso, festivo e/ou ancestral.

Fonte: Secretaria de Cultura

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